terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Capítulo 1 - Estudantes quase normais.

Esse livro é um livro de ficção que envolve suspense,comédia,romance e poderes. Então, se não tiver nada contra o esses assuntos, continue lendo.

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Eram seis da manhã e Ana Paula já estava acordada no meio da sala de sua casa arrumando seu material escolar, ainda sonolenta. Ela acordara cedo demais por causa de um erro no horário de seu celular, que antes estava com uma hora adiantada, e somente depois de ter tomado banho foi notar que o dia estava mais escuro do que o horário que ela usualmente acordava; e agora que ela já despertara com a água fria ela sabia que, por mais que estivesse com sono, não conseguiria dormir.


Ana Paula Rocha

Em cinco minutos ela acabou de colocar todo o material necessário para a aula em sua mochila e jogou-se no sofá com raiva de si mesma (principalmente do seu celular) por ter acordado cedo sem motivos, agora ela não tinha mais nada para fazer, pois já havia até tomado seu café da manhã.

Começou a remexer na mochila recém-arrumada e puxou um pequeno espelho de mão que tinha guardado ainda há pouco e começou a analisar seu rosto. Ana Paula tinha cabelos loiro-acastanhados, olhos verdes e pele clara. Ela puxou uma mecha do cabelo, analisou por alguns segundos, soltou um suspiro de desaprovação e decidiu que iria usar seu tempo livre restante para deixar seu cabelo, em sua concepção, aceitável.

Levantou-se do sofá e seguiu em direção a seu quarto, seguiu no corredor e ficou feliz ao ouvir o barulho de chuveiro vindo do quarto de sua mãe, o que significava que ela já estava acordada, que por sua vez, significava que elas não demorariam para sair para a escola – ou talvez não, já que, as vezes, sua mãe demorava uma eternidade se arrumando.

Ao sair de seu quarto, Ana Paula sentou-se no chão, diante do espelho do corredor e começou a passar a chapinha nos cabelos . Seu celular começou a vibrar no bolso e ela involuntariamente encostou a chapinha na testa com o susto, queimando sua testa.

— Ai! – praguejou ela jogando a prancha no chão e puxando o celular .
Agora ela estava adiantada e queimada, tudo por causa daquele celular. Ela virou o celular e viu quem a ligava. Esperava pelo menos que fosse algo importante. Tocou a tela do celular e colocou-o no ouvido.

— Alô?Paulinha? – falou uma voz rouca e feminina pelo telefone.

— Oi, Greice. – disse ela um pouco mais grossa do que desejava, mas desconfiava que a amiga não havia notado o tom de voz.

— Paulinha... Você tá ocupada...? – falou a voz de Greice, ainda rouca.

Ana Paula pensou em responder que estava muito ocupada, de tanta raiva que estava daquele dia, mas Greice não tinha culpa de seu estado de mal-humor, mas ela desconfiava o porque da voz de Greice estar rouca e o porquê de ela estar ligando para ela aquela hora, então viu que não precisava dizer se estava ocupada.

— Aconteceu de novo? – perguntou Ana, dessa vez séria.

— Aham. – confirmou Greice com uma voz meio temerosa.

Ana Paula suspirou no telefone e encarou-se no espelho. Já não sabia direito no que acreditar, nem se aquilo tudo que sua amiga vinha lhe dizendo nos últimos tempos era realmente verdade ou se era uma brincadeira muito bem elaborada e de péssimo gosto.

— Leva hoje para a escola e a gente vê. – falou Ana Paula já sem paciência.

— Mas Paulinha... Tem uma coisa que eu preciso te contar logo... – falou Greice com a voz ainda sonolenta.

— Na escola, Greice. Tchau. – E desligou o telefone.

Não estava com muita vontade de falar com ela agora, primeiro por estar tendo um terrível início de dia e segundo porque Greice havia descumprido uma promessa que havia feito para Ana Paula. Mas por enquanto ela não queria pensar nisso.

Ela avançou para o espelho para olhar a queimadura e viu que na sua testa estava uma pequena mancha reta e escura. Furiosa ela jogou a franja por cima da queimadura e crispou os lábios. Aquilo servia.

Notou então que o barulho do chuveiro do quarto de sua mãe já havia cessado. E então avançou para a porta e falou alto:
— Mãe, vê se não demora!

E foi para o seu quarto, aborrecida. Para ela o dia já havia começado ruim, mas ela nem imaginava o quão pior ele iria ficar.

***

Daniel passou pela portaria do Colégio Ideal e ignorou o “bom dia” que a coordenadora Laura do segundo ano sempre dava a todos os alunos, como se fosse um robô programado para dar “bom dia” a cada cinco segundos.

Daniel Conde

Ele subiu as escadas até o segundo andar e deu “oi” para algumas pessoas conhecidas e logo entrou na sua sala. Passou por algumas colegas de classe e as deu um bom dia sorridente antes de seguir para seu habitual lugar na sala. No canto direito encostado à parede.
Lá estavam seus amigos Fábio, Clarissa e Carlos. Todos o deram um “oi, Daniel” e ele deu um leve tapa nos ombros dos dois garotos e somente sorriu para Clarissa. Ela também sorriu para ele e não achou estranho o fato dele não a ter dado um abraço ou sequer se aproximado.


Clarissa Vicente

O caso é que aquilo era necessário. Ela gostava muito de Daniel e ele sabia disso, ambos eram muito amigos e gostavam muito um do outro, mas os dois guardavam um segredo sobre ele que preferiam nunca ter que revelar para que não houvesse mais problemas.


Fábio Lobão

Carlos Catete

Daniel sentou-se em sua cadeira atrás de Carlos e Fábio(Clarissa estava ao lado de Carlos e na frente de Fábio) e começou a mexer em sua pasta atrás do horário para ver com qual aula iriam começar o dia. Era Biologia com o professor Augusto.

— Ai meu Deus, os galas-secas já chegaram. – falou Clarissa olhando rapidamente para o grupo de garotos que havia acabado de entrar na sala, e em seguida colocou um livro na cara, fingindo lê-lo para ignorá-los e tirá-los de seu campo de visão.
O grupo dos “gala-secas”, como eram chamados pelos quatro amigos, era composto por vários garotos e o posto de líder da gala-sequice parecia mudar toda semana, de acordo com o número de besteira que cada integrante falasse.

Aqueles sim eram os tipos de pessoas repugnantes que Daniel odiava e não mexeria sequer uma palha, ou melhor, um dedo para ajudar. Eles eram desprezíveis, porcos e toda e qualquer coisa ruim que exista. Ele só continuava naquela turma porque todas as outras estavam lotadas e não havia como os quatro saírem da turma ao mesmo tempo, por isso tinham que, infelizmente, ficar.
Em poucos minutos o professor baixinho de biologia entrou na sala e encheu o quadro com a matéria. Clarissa e Daniel começaram a copiar a matéria enquanto Carlos e Fábio somente conversavam e riam. Daniel não era de acordo com aquilo, mas tinha desistido de tentar convencer os dois a copiarem. Carlos copiava a matéria somente quando estava com vontade e não estava escrevendo em seu caderno, e Fábio nunca copiava a matéria, pois não estava nem aí e achava que a escola era mais para diversão.

Os gala-secas continuaram a gritar e fazer suas gala-sequices no decorrer da aula, enquanto o professor esperava todos “copiarem”, o que na verdade era só preguiça de dar aula, porque o tempo que ele ficava olhando para turma dava para copiar, no mínimo, três vezes a matéria dele.

— Ok, turma. Agora vou começar a explicar. – anunciou o professor postando-se no meio do palco da sala.

Ele começou a falar exatamente tudo o que ele havia escrito no quadro e acrescentava de vez em quando um “entendido?” ou “correto?”. Boa parte da turma prestava atenção na aula dele, por mais que não fosse das mais interessantes – em parte porque a maioria dos alunos ainda estavam sonolentos. Mas Carlos e Fábio continuavam a conversar e rir de alguma coisa que Daniel não estava prestando atenção. E não foi com surpresa que ele escutou o professor dizer:

— Os dois. – o professor apontou para Carlos e Fábio. – Saiam.

Fábio levantou-se da cadeira pronto para sair da sala, mas Carlos estava boquiaberto e Daniel sabia que ele iria tentar argumentar com o professor, porém não adiantaria de nada. Por isso sussurrou:

— Melhor ir sem reclamar, Carlos.

O amigo virou para ele refletindo por um segundo e então levantou da cadeira e seguiu para fora da sala. Ao passar pela porta, ouviu o professor resmungar alguma coisa, mas não entendeu direito o que foi.

— Para onde a gente vai agora? – perguntou Fábio que já estava do lado de fora da sala e agia como se não tivesse acabado de ser expulso de sala.

— Para a inspetora. – resmungou Carlos caminhando para as escadas.

— Relaxa Carlos. O que vai acontecer?Levamos uma advertência e pronto. – falou Fábio seguindo-o. – Por tudo tu ficas com raiva...

Carlos virou e encarou-o.

— Não sei quanto a você, Fábio, mas meus pais se preocupam comigo e para eles é importante que eu não leve advertência na escola, do contrário, eu vou ser privado de um monte de coisas e castigado. Se contigo isso não acontece, parabéns, mas não tente deixar esse momento pior do que já está.

Então Carlos virou-se novamente e continuou descendo as escadas até chegar no primeiro andar, e como viu que Fábio não estava descendo perguntou:

— Não vai descer também? – perguntou ele, estava um pouco arrependido de ter sido um tanto grosso com o amigo.

— Na verdade, não. – falou Fábio, que por mais que não aparentasse, estava ofendido com o que Carlos havia dito. – Eu vou pro shopping, hoje eu nem trouxe material mesmo.

Carlos olhou-o incrédulo.

— Ainda nem são 8h! Como você vai para o shopping?

— Eu enrolo até chegar lá. – e antes que Carlos pudesse perguntar alguma outra coisa, ele seguiu no corredor para descer pela outra escada para que a inspetora não o visse.

Carlos seguiu para a inspetora e a informou do que havia acontecido, ele levou uma advertência, mas por sorte seus pais só seriam avisados se houvesse mais alguma ocorrência.

Ele esperou a próxima aula começar para poder subir, mas mesmo assim o professor Augusto ainda estava na porta da sala quando ele chegou, e Carlos lançou um olhar de ódio para o professor na hora que o viu.

— Professor maldito. – resmungou Carlos ao juntar-se a Clarissa e Daniel.

— Cadê o Fábio? – perguntou Clarissa que notou que ele havia voltado sozinho.

— Shopping. – resmungou Carlos voltando-se para seu caderno e começando a escrever .

Daniel e Clarissa balançaram a cabeça desaprovando o ato do amigo por gazetar aula. Daniel sabia que, em parte, o fato do amigo ser assim, era culpa dele, mas preferia não pensar nisso por enquanto.

Clarissa e voltou-se para seu caderno para continuar desenhando o vestido que estava desenhando e Daniel desejou poder dar um abraço na amiga naquele momento, mas sabia que não podia, e aquela era uma longa história.

Os fatos eram esses: Daniel, Clarissa e Leilane (uma grande amiga dos dois) haviam passado o ano novo juntos em uma cidade próxima a que eles moravam, por sorte, a família de Daniel havia alugado uma casa bem próxima à casa que pertencia à Clarissa. Então na noite de 31 de dezembro de 2007, os três amigos se encontraram para conversar e festejar o fim de um ano e o início de outro. E assim fizeram e ficaram até 4 da manhã conversando na rua.

Então, Daniel decidiu ir para casa, mas lembrou-se que tinha que entregar o casaco que Clarissa esquecera em sua casa alguns dias atrás, e como ela ainda não estava com sono, acompanhou-o até sua casa que era próxima.

Os dois entraram na casa sem fazer barulho e seguiram pela sala até chegar ao quarto que Daniel estava usando junto com sua irmã Tuane. Tudo estava muito escuro e, sem motivo nenhum, Clarissa sentia um pouco de medo.

Então, ao abrirem a porta do quarto, Mingau (a gata de estimação de Daniel) se assustou e pulou em cima de Clarissa, no escuro, cravando suas unhas no pé dela, assustando-a e fazendo-a cair no chão, morta, por uma parada cardíaca.

Porém, Daniel não sabia que sua amiga havia morrido, somente havia pensado que ela havia desmaiado de susto, então a segurou, tocando-a.

E, bem, os fatos eram esses: Daniel nunca foi normal. Desde pequeno ele havia uma habilidade que ele, antes, não sabia controlar, mas que agora sabia controlar, se auto-proibira de usá-la. O poder que ele tinha funcionava assim: ao tocar uma coisa morta, Daniel a ressuscitava, porém ao tocá-la de novo, essa coisa estaria morta novamente, mas desta vez para sempre.

Mas os problemas não paravam por aí, se uma pessoa que Daniel tivesse revivido ficasse viva por mais de 60 segundos, outra coisa próxima e equivalente ao que estava vivo deveria morrer. Ou seja, se Daniel ressuscitasse alguém, outra pessoa iria morrer no lugar dela.

E, mesmo sem querer, Daniel havia ressuscitado Clarissa naquela noite.

— Está tudo bem, Clarissa? – perguntou Daniel preocupado, avançando para acender a luz.

— Eu acho que sim... – falou Clarissa que ainda estava assustada. – Foi só um susto...

— Que bom. – falou Daniel aliviado. – Eu tinha levado um susto... Por um segundo eu pensei que você tinha, sei lá...

Ele não conseguia dizer a palavra “morta” em voz alta, pois sabia que uma pessoa pelo qual ele tivesse afeto só estaria realmente morta se ele permitisse.

— O que aconteceu, Daniel? – falou Tuane,a irmã dele, levantando-se lentamente da cama agora que ele havia acendido a luz.

— A Mingau que deu um susto na Clarissa.– resmungou Daniel.

— Então desliga essa luz de novo que eu quero dormir! – gritou Tuane.

Mas então não falou mais nada, pois desmaiou na cama imediatamente. E Daniel reconhecia aquele tipo de coisa.

— Oh, meu Deus... – falou Daniel que agora já sabia o que tinha acontecido.

Os fatos eram esses: ao tocar Clarissa, que estava morta, Daniel a ressuscitou e passados 60 segundos, alguém teria que partir para que ela ficasse. E a pessoa mais próxima, naquela hora, era Tuane. Então ela agora estava morta no lugar de Clarissa.

E, naquele momento, Daniel não fez nada para salvar a irmã. Na verdade, ele sentia mais afeto pela amiga do que pela irmã, mas não poderia dizer aquilo naquele momento para Clarissa, para não assustá-la. Então fingiu estar nervoso e chamou sua mãe.

E nos dias atuais, Clarissa já sabia da verdade, e era por isso que os tão grandes amigos não podiam se tocar.


***

Ana Paula estava sentada na primeira carteira da fila de sua sala do Sistema de Ensino Universo. Ela estava estressada e mal acabara de dar bom dia para seus amigos e se isolara na cadeira e ignorara Greice, que chegara no segundo horário e estava tentando se comunicar com ela por papelzinho.


Greice Serra

Marina, sua amiga que estava sentada atrás de sua carteira, lhe passou um papelzinho que havia sido mandado por Greice.

“Ei, eu tenho que te mostrar.” Dizia o papel.

Ana Paula virou-se para Greice, que estava sentada no fundo da sala por ter chegado atrasada e sussurrou: “No intervalo!”.

E virou-se para frente.

Provavelmente Greice não havia entendido o que ela havia dito, mas alguém repetiu para ela. O caso é que ela estava chateada com Greice por ela não ter cumprido sua promessa, mas ao mesmo tempo ela queria saber o que a amiga queria falar, principalmente porque já desconfiava do que ela iria falar. Mas mesmo assim iria deixar seu orgulho falar mais alto.

Ana assistiu a aula inquieta e logo que o professor deixou a sala, Greice apareceu ao lado de Ana Paula.

— Eu disse que só no intervalo a gente conversa. – falou ela seriamente.

— Mas eu preciso te mostrar isso agora. – sussurrou Greice.

— Você descumpriu nossa promessa, lembra? – falou Ana Paula dando as costas para ela.

Greice continuou calada por alguns segundos, e então falou mais baixo ainda:

— Dessa vez você foi sobre você.

Ana Paula virou assustada, ignorando seu orgulho e ceticismo.

— Sobre mim?O que foi?

— Vamos conversar lá fora, ok? – sussurrou Greice que notou que Marina poderia estar escutando a conversa.

Ana Paula levantou-se de sua cadeira e seguiu sua amiga, preocupada.

Os fatos eram esses: algumas semanas atrás, Greice bebera muito em um churrasco que fora feito pela turma que elas estudavam. E o churrasco ocorreu na área de recreação condomínio que o pai de Ana Paula morava.

O caso é que os pais de Greice não podiam saber que ela havia bebido, e por isso Greice pediu ajuda a Ana Paula, para que ela a levasse para a casa dela para ela poder tomar um banho e café, para melhorar.

Então, Ana Paula levou Greice para sua casa, esperou-a tomar banho, esperou-a se secar, deu-a café e, no fim, ela não pareceu estar bêbada.

Daí quando tudo estava normal, e elas estavam prontas para voltar para festa, Greice começou a agir estranho e começou a fazer várias afirmações de coisas que iam acontecer. Ela dissera que Marina iria escorregar e levar um corte profundo na perna, que o celular de Patrick iria cair na piscina, que Ruan iria quebrar um prato e que os cacos do vidro iriam causar o ferimento em Marina.

Ana Paula deu um tapinha para acordar Greice e ela pareceu voltar ao normal, meio tonta, mas parara de fazer afirmações ridículas, e não lembrava de ter feito afirmação nenhuma.
Porém ao chegar na festa novamente, Ana Paula encontrou exatamente tudo que Greice dissera. Ruan estava andando quando tropeçou com seu prato, que se espatifou no chão. Com o susto, Marina caiu da cadeira e foi direto para o chão e levou um corte em sua perna. E, Samantha, que estava perto de Patrick, ao ouvir o barulho de vidro quebrando, assustou-se e pulou para perto do amigo, que acabou caindo na piscina junto com a amiga... E seu celular.

Depois de ver tudo isso Ana Paula sentiu medo de Greice, e primeiramente pensou que fosse alguma armação dela, porém, em outra festa, dias depois, a amiga bebeu novamente e coube a Ana Paula ajudá-la novamente, e mais uma série de afirmações vieram e novamente tornaram-se verdade. E Greice não se lembrava de tê-las feito novamente.

Assim, Ana Paula não pôde deixar de concluir que Greice podia afirmar coisas que aconteceriam no futuro – mas só quando estava bêbada. E com isso, ela fez a amiga prometer que não beberia mais, para que nada dessas coisas acontecessem mais.

E ao que parecia, nos últimos dias Greice havia bebido de novo, e agora mais uma série de afirmações viriam. E como a amiga agora sempre ao beber pegava uma câmera para filmar, ela tinha um vídeo com afirmações sobre o futuro e, aparentemente, sobre ela.

— Eu não quero ver um vídeo seu dizendo o que vai acontecer. – falou Ana Paula quando as duas saíram da sala. – Só quero saber o que você disse sobre mim quando estava... você sabe como.

— Mas, Paulinha... Eu acho que seria melhor se...

— Greice. – falou Ana Paula séria. – O que você dizia sobre mim?Adicionar vídeo

Greice olhou para o lado, meio que evitando olhar para ela, e então ao encontrar os olhos da amiga, disse:

— Dizia que você vai morrer,Ana Paula.




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Todos os direitos de poderes são reservados aos criadores de Pushing Daisies e Heroes e tudinho que eu copiei,tá?Então não quero nenhum processo sobre mim e tal XD

Espero que todo mundo tenha gostado, no próximo capítulo novas pessoas aparecerão, e aquelas que foram somente citadas irão realmente aparecer e novos poderes irão surgir :D

Lembrando: tudo isso é completamente ficção, então, não julgue as pessoas que protagonizam a história pelo que elas fazem na história. Nem todas as atitudes que elas teriam no livro elas teriam na vida real.

Pois é, até a próximo capítulo!

2 comentários:

FabioFnxs disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
FabioFnxs disse...

Porra carlos cadê o cap.4 u.ú

Eu entro aki dia sim e dia não, e nunk tem nda novo :X

Kenga~